terça-feira, 30 de março de 2010

Vou embora

Viajar é uma atividade transcendental. As descobertas e os fatos vividos durante uma viagem parecem ter um significado especial. Tudo indica que isso ocorre porque sabemos que pode se tratar de uma experiência única ou que demorará para se repetir. Por isso aproveitamos o momento com bastante intensidade.

Como é bom contar histórias sobre viagens. Às vezes mais de uma vez, para as mesmas pessoas inclusive -- que não se importam em ouvi-las novamente. Expressões como "lembra daquela vez", "e lá não sei onde", já antecipam inúmeras lembranças. Ter feito parte da viagem nem sempre é necessário para visualizar o que se passou, tamanha é a quantidade de detalhes, contados com efusividade quando a história é boa. E quando você chega para narrar, diante de toda expectativa formada pelos amigos, parece que está fazendo novamente o que vai ser contado.

Cada viagem tem sua peculiaridade. As companhias dependem do destino. Logicamente, também dos propósitos. A escolha dos parceiros é de extrema importância para o sucesso da empreitada. Vontades que se coadunam é imprescindível. Definir uma programação básica é fundamental. Nada de planejar tudo nos mínimos detalhes. É legal permitir que ocorram improvisos e surpresas. Esses podem se tornar o clímax da viagem!

Está na hora de arrumar as malas e procurar um destino. Participar de novas histórias e preencher novos álbuns -- que não precisam ser materiais. Viajar mentalmente é bacana, mas em demasia cansa. Avião, ônibus, barco ou carro? Importa pouco viu? E aí, quem se habilita?

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