Por que o aperto
se não tens apego?
Por que a saudade
se só consegues ver maldade?
Por que perguntas
sabendo que não há respostas?
Segues fazendo apostas...
As surpresas acontecem num ritmo lento
A vondade muda com a direção do vento
Vai entender o porquê lembrar de pessoas mortas
O que é transmitido é mais do mesmo
O discurso já está cansativo
E sempre faz aquela cara de pensativo
Para depois reclamar a esmo
Cadê a esperada surpresa?
Diga se não seria uma beleza?!
Resistiria ou cairia a fortaleza?
Fale, mas o faça com franqueza
Imagina-se o ideal
Analisa-se o natural
Recorda-se da tal
Recorre-se à surreal
Será que esse é o caminho?
Donde vem tanto carinho?
Deveria ter nascido passarinho
Ou um livre animal marinho
Pois assim sairia sozinho
Acompanhando de um bom vinho
E não entraria nesse redemoinho.
sábado, 18 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Abra os olhos
Se você pensa que já viu de tudo, não se engane. A qualquer momento algo pode lhe surpreender. E não se espante, caso isso venha a acontecer.
Se você vai tentar pela centésima vez, não se canse. A vida está aí para que você lute e alcance. Só não pense que ela é um romance.
Se queria ouvir aqui algo que sonhou, mas acabou escutando o que desanimou... Ahh! Esquece que pouco importou. E para com essa de que o mundo acabou.
Se começou e não conseguiu terminar, pode ter certeza que, se você quiser, ainda vai dar. Também não creia que basta deitar e esperar.
E se você leu tudo isso e não entendeu, o problema é seu. O que fica no passado é museu. O que vem pela frente é um breu. E outra: larga dessa conversa de dizer que é ateu.
Se você vai tentar pela centésima vez, não se canse. A vida está aí para que você lute e alcance. Só não pense que ela é um romance.
Se queria ouvir aqui algo que sonhou, mas acabou escutando o que desanimou... Ahh! Esquece que pouco importou. E para com essa de que o mundo acabou.
Se começou e não conseguiu terminar, pode ter certeza que, se você quiser, ainda vai dar. Também não creia que basta deitar e esperar.
E se você leu tudo isso e não entendeu, o problema é seu. O que fica no passado é museu. O que vem pela frente é um breu. E outra: larga dessa conversa de dizer que é ateu.
domingo, 12 de setembro de 2010
É...
Tem vezes que você bebe
Outra se deleita
E na maioria das vezes
Não demora e se deita
Promessas ficam pelo chão
Não se trata de teimosia
Nada de pedir perdão
Esqueça a tal de hierarquia
Sento e converso
Coisa boa de se fazer
Agora me fale coisas com nexo
Senão irei desmerecer
Haja fanfarra
Antes tivesse essa consciência
A vida parece uma gambiarra
Tente ter paciência!
Outra se deleita
E na maioria das vezes
Não demora e se deita
Promessas ficam pelo chão
Não se trata de teimosia
Nada de pedir perdão
Esqueça a tal de hierarquia
Sento e converso
Coisa boa de se fazer
Agora me fale coisas com nexo
Senão irei desmerecer
Haja fanfarra
Antes tivesse essa consciência
A vida parece uma gambiarra
Tente ter paciência!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Conversa ao pé-do-ouvido
Agora eu já sei
Muito depois que pensei
Que decerto eu bobeei
Porque não é certo que terei
Aquela oportunidade que vivenciei
Mas numa caixa guardarei
A atração que experimentei
E juro que não me oporei
Se tiver que ir eu irei
E aí...
O tempo é relativo
O sentimento é substantivo
E eu não vejo motivo
Para não sermos corretivo
Porque eu sou emotivo
E às vezes por ser intuitivo
Imagino que algo é impeditivo
Mas é apenas congestivo
E sabendo que nada é definitivo
Entáo, vou lá...
O que você acha de tudo isso?
Imagine se decido e aterrisso?
Quem mandou fanfarrear com o mestiço?
Sabia que sou capaz de fazer feitiço?
Sentir e não fazer é um desperdiço
Odeio fazer a mim mesmo esse desserviço
Mas olhe lá que eu me espreguiço
E de repente a vida vira um reboliço
Ahh se eu fosse um cara com compromisso
Faria uma surpresa.
Muito depois que pensei
Que decerto eu bobeei
Porque não é certo que terei
Aquela oportunidade que vivenciei
Mas numa caixa guardarei
A atração que experimentei
E juro que não me oporei
Se tiver que ir eu irei
E aí...
O tempo é relativo
O sentimento é substantivo
E eu não vejo motivo
Para não sermos corretivo
Porque eu sou emotivo
E às vezes por ser intuitivo
Imagino que algo é impeditivo
Mas é apenas congestivo
E sabendo que nada é definitivo
Entáo, vou lá...
O que você acha de tudo isso?
Imagine se decido e aterrisso?
Quem mandou fanfarrear com o mestiço?
Sabia que sou capaz de fazer feitiço?
Sentir e não fazer é um desperdiço
Odeio fazer a mim mesmo esse desserviço
Mas olhe lá que eu me espreguiço
E de repente a vida vira um reboliço
Ahh se eu fosse um cara com compromisso
Faria uma surpresa.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Cada qual no seu cada um
Se for chorar que seja de uma só vez
Se for para sorrir o faça sem sensatez
Se beber saia fora da embriaguez
Para sonhar desapegue-se da realidade
Para falar nortei-se pela verdade
Para viver vá além da normalidade
Não que a vida deva seguir mandamentos
São apenas frutos do autoconhecimento
Que servem para acalmar os batimentos
E talvez você concorde
Ou simplesmente eu acorde
Antes que a loucura transborde.
Se for para sorrir o faça sem sensatez
Se beber saia fora da embriaguez
Para sonhar desapegue-se da realidade
Para falar nortei-se pela verdade
Para viver vá além da normalidade
Não que a vida deva seguir mandamentos
São apenas frutos do autoconhecimento
Que servem para acalmar os batimentos
E talvez você concorde
Ou simplesmente eu acorde
Antes que a loucura transborde.
sábado, 4 de setembro de 2010
Mudando de endereço
Se um dia você me pergunta
O que acho sobre a sua conduta
Eu fico querendo esquecer
Mas diante dos seus carinhos
Dos teus lábios e dos beijinhos
Repenso e tento te dizer
Você sabe o que fazer para me ter
Não escondo de ninguém o que sinto por você
Só que preciso de tempo para amadurecer
Queria que tentasse me entender
Pare e pense direito
Não existe esse mundo perfeito
Deixemos por enquanto como está
Nos amamos e somos felizes
Curtimos como aprendizes
Curtição maior do que essa não há.
O que acho sobre a sua conduta
Eu fico querendo esquecer
Mas diante dos seus carinhos
Dos teus lábios e dos beijinhos
Repenso e tento te dizer
Você sabe o que fazer para me ter
Não escondo de ninguém o que sinto por você
Só que preciso de tempo para amadurecer
Queria que tentasse me entender
Pare e pense direito
Não existe esse mundo perfeito
Deixemos por enquanto como está
Nos amamos e somos felizes
Curtimos como aprendizes
Curtição maior do que essa não há.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Segure!
Aperta daqui
Aperta a mente de lá
Se não conseguir
Como vai libertar?
Corre para um lado
Se não der vai para o outro
Não esquente a cabeça
Pode pedir socorro
Que loucura é essa
O mundo não vai acabar
É mais uma daquelas
Vai que dá para escapar
É aquele negócio
Receita não há
Tenta ir por tudo
E vê no que é que dá
Aperta a mente de lá
Se não conseguir
Como vai libertar?
Corre para um lado
Se não der vai para o outro
Não esquente a cabeça
Pode pedir socorro
Que loucura é essa
O mundo não vai acabar
É mais uma daquelas
Vai que dá para escapar
É aquele negócio
Receita não há
Tenta ir por tudo
E vê no que é que dá
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