Por que o aperto
se não tens apego?
Por que a saudade
se só consegues ver maldade?
Por que perguntas
sabendo que não há respostas?
Segues fazendo apostas...
As surpresas acontecem num ritmo lento
A vondade muda com a direção do vento
Vai entender o porquê lembrar de pessoas mortas
O que é transmitido é mais do mesmo
O discurso já está cansativo
E sempre faz aquela cara de pensativo
Para depois reclamar a esmo
Cadê a esperada surpresa?
Diga se não seria uma beleza?!
Resistiria ou cairia a fortaleza?
Fale, mas o faça com franqueza
Imagina-se o ideal
Analisa-se o natural
Recorda-se da tal
Recorre-se à surreal
Será que esse é o caminho?
Donde vem tanto carinho?
Deveria ter nascido passarinho
Ou um livre animal marinho
Pois assim sairia sozinho
Acompanhando de um bom vinho
E não entraria nesse redemoinho.
sábado, 18 de setembro de 2010
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