segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Um dia como outro qualquer
São sete horas da manhã, hora de levantar. Para quem foi dormir às duas ou três, a tarefa torna-se uma pouco árdua. Ele coloca sua mochila nas costas com tudo que acredita precisar para passar as próximas longas horas fora de casa. Entrou no seu carro e saiu dirigindo apressado, pois o relógio o pressionava. No meio do caminho percebeu que faltava algo importante: dinheiro. Parou no primeiro banco que viu, saiu do carro e bateu com a cara na porta. O banco estava fechado. Irritou-se bastante. Como era possível, em plena luz do dia, um serviço tão importante como esse estar inoperante? Ele não se conformava, mas teve que partir por conta do seu atraso. Deu aquele suspiro de quem espera coisas melhores no decorrer do seu dia e procurou acalmar-se. Continuou dirigindo rápido, com pouca prudência. Cometeu alguns deslizes no trânsito e logo chegou ao seu primeiro destino. Lugar o qual não se sentia à vontade. Preferia um ambiente menos formal, mais alegre e descontraído. O dia mais uma vez não sorriu para ele. Conversa demorada, tecnologia aprontando das suas e o tempo passando. Mas dessa vez ele se comportou de forma paciente, afinal de contas era preciso realizar aquela visita. Ele já podia ir embora, mas sem o seu carro. Ficou acordado que este só seria entregue dentro de aproximadamente quatro horas. Recolocou sua mochila nas costas e saiu caminhando. No meio do caminho resolveu pegar um ônibus. Ir a pé demoraria muito. Embarcou no ônibus e chegou em menos de dez minutos. Ele estava faminto e se deparou com um cartaz oferecendo-lhe pães de queijo. Não pensou muito e pediu uma porção. Devorou-os velozmente. Caminhou pelo novo local, observando e apreciando o que para ele era novidade. Ligou para um amigo, para dizer que ali estava, mas não teve sucesso em encontra-ló. Buscou algumas informações e seguiu para um local onde pudesse se conectar ao mundo. Atualizou-se com as notícias do dia, ao tempo que comia biscoitos -- trazidos por ele na sua mochila. Faltavam poucos minutos para o trabalho mais importante do dia ter início. É pena que a bateria da sua máquina esteja terminando e ele terá que encontrar algum lugar para recarregá-la. Se isso não acontecer nos próximos poucos minutos as coisas vão se complicar. É... Parece que o dia não se cansa de colocar obstáculos no seu caminho. Mas ele não desiste e sabe que no final tudo vai dar certo.
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Ah fala sério. Eu juro que ia comentar: Um dia como outro qualquer.
ResponderExcluirDai subi e vi o título.
Beijinhos
epa! cade os posts diarios?!
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