Tudo estava programado. Muitas novidades viriam e a ansiedade era grande. Pegaram a estrada e a cada dia eles eram surpreendidos com a imensidade das belezas que a natureza exibia. Durante a viagem houve tempo para várias recordações: antigo amor e velha amizade talvez tenham sido as principais.
Loucuras, arrependimentos, lamentações, adrenalina... Difícil citar todos os sentimentos e fatos acontecidos. Todos ficarão guardados na mente para sempre. Todos pareciam saber que a vida é curta e é preciso viver o que se tem vontade, porque as oportunidades podem não aparecer novamente.
Passeios turísticos não foram o foco da viagem, mas aconteceram em demasia. Culinária apreciada, entrosamento regional estabelecido e divertimento regado a bebidas elucidativas.
Surpresas positivas e negativas. Não se pode, também, imaginar que tudo ocorreria como deveria. Mas eles souberam contornar o que fugiu do esperado. Isso somente quando ainda tinham expectativas.
“A vida é mais harmônica quando se conhece menos coisas”. A citação ficará para próxima. Tem horas que se quer conhecer tudo. A curiosidade quando se aguça parece não ter mais fim. E com as descobertas vêm as exigências. Chatice, envelhecimento, turrice... Talvez. Mas é só depois que se tem conhecimento que se torna possível a escolha. Regressar para aquele lugar é uma decisão que a partir daquele momento será tomada com embasamento suficiente. Que lugar diferente.
Quando um deles fugiu, pensou que não mais voltaria. Mas a vida dá voltas e lá estava ele depois de algumas temporadas. Pensou novamente em algo definitivo, mas a vida continuou a girar. Então, depois de muita tontura, ele decidiu não mais planejar.
Vá com deus, meu irmão. E volte logo. Grande abraço.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário