Certa noite me perdi
Num pensamento que me veio
Mas logo-logo me achei
Oh que triste devaneio
Rolava na cama impaciente
Tentando dormir rapidamente
Mas não adiantava ser insistente
Porque a lembrança era persistente
E do que valia resistir bravamente
Se já não era eu quem mandava na minha mente
Foi então que eu decidi
Que no papel que estava ali
Eu tentaria dividir
Com alguém que conheci
As angústias do existir
E minha tentativa de dormir
Por que será que não conseguimos
Por mais que tentemos
Esquecer o que queremos
Para na vida prosseguirmos?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
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