quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ligue o rádio

Ahhhh, a música... Todo momento pede uma. Não sei o que seria da vida das pessoas se ela não existisse. Falo sobre as músicas inventadas. As da natureza são para outro papo. Uma pessoa pára e resolve criar um som. Depois (ou antes) acrescenta um texto. Alguns os tiram do coração, enquanto outros o fazem somente por promoção. Mas o que mais importa é que existem ouvidos para todos os gostos. Cada um escolhe a trilha sonora da sua vida.

Quando se está triste, há quem busque uma música que remeta a alegria. Não é assim que gosto de fazer. Música triste para momentos tristes! Música feliz para momentos alegres! Não... Não existe música triste, nem tão pouco feliz. Somos nós que as moldamos de acordo com a nossa conveniência. Caracterização boa pode ser a de música reflexiva ou música vazia. Prefiro as do primeiro naipe, mas confesso que ouço as outras também.

E quando elas entram na vida e nunca mais nos abandonam? Existem canções que aparecem como se fossem uma namorada, quiça uma esposa. Ela é escutada algumas vezes até que você se dê conta de que está apaixonado. Ela te seduz, te inspira e te conquista. Te ensina, te acalenta e te tranquiliza.

Outras são que nem paqueras. Te atraem e te excitam. Te divertem e somem. Fazem parte da vida, mas têm seu espaço bem limitado. Não que elas sejam prescindíveis... Jamais. São elas que renovam o repertório.

Enfim, música é complemento. Se não tiver música, sempre estará faltando alguma coisa. Pensando bem, música é totalidade também. Porque se tiver música, talvez não falte mais nada.

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