terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Largando de mão
Estava à toa na vida... Ah que negócio diferente sentir-me assim. Cabeça vazia, oficina do diabo, já dizia minha vó. Mas não se trata disso. Queria eu que assim o fosse. O que se passa, no entanto, é uma chuva de pensamentos, daqueles que se confrontam a todo tempo. Sucessões de frases que terminam em: "será?", ''por quê?", "mas não é possível!" ou coisa que o valha. Tento eu mesmo responder a todos os questionamentos, que são por mim feitos... engraçado isso. Quer dizer, maluquice retada. Às vezes me sinto num divã, falando sobre minha vida, minhas experiências, para mim mesmo. Tem hora que é legal fazer isso. É aquele velho papo chamado reflexão. Já em outras, cumpade (comadre), vale a pena citar aquele dito popular, "pernas para que te quero?!". Porém, não adianta correr, porque daí viria outro ditado, "se correr o bicho pega, se ficar o bicho come". Pára, respira, medita, bebe água (ou cerveja... ou vodka.. ou uísque) e relaxa. Uma hora tudo volta para seu lugar. Ultimamente essa hora tem coincidido com o cansaço, seja mental ou físico. Gozado que essas horas -- as que voltam para o lugar e a do cansaço -- sempre insistem em ocorrer à noite. Parece que fico mais vulnerável. Por que ninguém liga para salvar a pátria, só para dizer boa noite talvez?! Juro que não deixaria a ligação ser tão breve. Logo diria para a ligadora (ou ligador, se não tiver jeito) para que ela segurasse a onda e me disponibilizasse um tempo, para que eu pudesse ficar sonolento.
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Vamos lá, escritor! Colocando a cabeça para funcionar, para se expressar. Te dou força para continuar escrevendo. Um grande abraço.
ResponderExcluirIgor Colares