Momento importantíssimo do dia: hora do almoço. Comer em casa ou na rua? A primeira opção implica em dedicação, tempo e coragem (para lavar toda a louça depois). Já a segunda é mais convidativa. Tudo prontinho, muitas opções e tempero mais gostoso do que o que você sabe fazer. Se a mania pegar, o bolso começará a chiar. Meio que caminho sem volta. Ou volta com muita amargura!
De tanto cozinhar, uma hora a manha é pega. Surgem as invenções, os improvisos e por fim o orgulho de ter cozinhado uma comida apetitosa e bacana. O drama é que a variedade ainda não é aquela desejada. A dieta não fica balanceada. E a rua continua a convidar...
Depois de muito pensar, chega-se a conclusão de sempre: nem tanto a esquerda, nem tanto a direita. Dia come-se em casa, no outro procura-se restaurante. Comer fora de casa pode significar ir à casa de um parente, um amigo. É aquele velho sem-vergonhismo. Porque os convites são mais escassos do que a necessidade.
O bolso apertou. Sair não dava mais. Foi então que apareceu o salvador da pátria. O amigo -- metido a cozinheiro -- mandou deixar o almoço do dia por conta dele. Que beleza! É só aguardar, perguntar se há a necessidade de ajuda e relaxar. O dilema sobre onde comer foi resolvido. Agora é esperar a hora de resolver o local de amanhã. E vamos embora que o tempero da comida é a fome!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
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