Existem coisas que podemos repetir infinitamente e mesmo assim elas sempre trarão prazer, alegria, felicidade, êxtase... Chamo-as de melhores coisas da vida. Não precisa citar, porque cada um tem as suas predileções. Acredito, no entanto, que várias dessas coisas são comuns a esmagadora maioria dos seres humanos. É pena que não temos tempo para repeti-las a quantidade de vezes que desejamos. Felizes são aqueles que conseguem fazê-las em maior número? Acho que não. Aposto nos que as realizam com maior intensidade.
E aquelas coisas que precisam ser feitas? Várias delas não deixam opção: ou faz ou... Faz! O que não tem jeito remediado está! Todos já devem ter ouvido isso alguma vez, não é? E isso é fato. Mas tem outras demandas que não são "obrigatórias" e geram um desconforto igual ou até maior ao serem feitas. Problema grande a ser resolvido. Chamaria essas situações de dilemas, porque geralmente envolvem outras pessoas. Pior... Pessoas amadas. Eis que surge a palavra de triste ressoar: cobrança. Mais chata do que aquela que parte do outro ser envolvido é a própria cobrança. Você sempre acha que poderia ter sido mais flexível, menos egoísta. Cada um tem o seu ponto de saturação. Legal quando as pessoas são compreensivas e te deixam a vontade para decidir da maneira que você acha melhor. Por mais que isso mexa com costumes, etiquetas ou coisa que o valha, a compreensão é imprescindível.
Fazer a conciliação entre os prazeres e as necessidades. Quem consegue chegar mais perto do equilíbrio é mais feliz? Vejo diferente. Ainda acho que quem sentir mais prazer -- não estou falando de hedonismo -- e não se culpar ou preocupar-se com as obrigações (factuais ou morais) vive mais tempo curtindo a felicidade. Experimente tentar viver desse jeito.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
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